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Exposição “Reflexos Urbanos”

A premiada fotógrafa Isabela Senatore assina a curadoria da exposição “Reflexos Urbanos”, que trará à Unicamp fotografias das artistas Ana Friedlander, Cinthia Picelli, Damaris Mortari, Malu Coimbra, Monique Souza e Selena Fior Pelegrini.

A mostra, que terá sua abertura na Biblioteca Central “Cesar Lattes” na próxima quinta-feira, 09 de fevereiro, às 12h30, é resultado de seu curso “Cenas de Rua”, em parceria com o Ateliê Cromo. Composta por 36 imagens, a mostra aborda cenas da vida mecânica e rotineira, captada através de retratos. São fotografias que sugerem a espontaneidade do homem.

Durante três meses, as fotógrafas estiveram atentas às “vozes” que ecoam nos espaços urbanos e fotografaram as cidades de Campinas, Paranapiacaba e São Paulo. “Reflexos Urbanos” não trata apenas de cidades em transe, mas é a força da vida manifestada pela natureza que brota em chão, ruas e calçadas. É o tempo exposto nas paredes, fachadas e muros da cidade. São cenas que convidam o espectador a refletir sobre temas do qual passam despercebidos no dia-a-dia. Como conviver em meio à destruição e degradação dos espaços públicos?

O resultado pode ser conferido na Biblioteca até o dia 08 de março, e depois será exposto no Café da Casa, na Casa do Professor Visitante, de 30 de março a 20 de abril.

 

Serviço:

Exposição fotográfica “Reflexos Urbanos”
Curadoria: Isabela Senatore
Artistas: Ana Friedlander, Cinthia Picelli, Damaris Mortari, Malu Coimbra, Monique Souza e Selena Fior Pelegrini
Abertura: 09 de fevereiro, 12h30
Local: Biblioteca Central “Cesar Lattes” – Rua Sérgio Buarque de Holanda, 421, Cidade Universitária “Zeferino Vaz”, Campinas/SP
Visitação: 09 de fevereiro a 08 de março
Local: Café da Casa – Casa do Professor Visitante – Av. Érico Veríssimo, 1251, Cidade Universitária “Zeferino Vaz”, Campinas/SP
Visitação: 30 de março a 20 de abril

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A IDEIA-IMAGEM: forma e representação na fotografia moderna

No dia 25 de outubiiimuf_guiaro, às 12h30, na Biblioteca Central Cesar Lattes (BCCL), acontece o lançamento do livro “A IDEIA-IMAGEM: forma e representação na fotografia moderna” (Editora Appris), do professor Filipe Salles. O evento é parte integrante da programação da III Mostra Unicamp de Fotografia (MUF) e aberto ao público em geral. A BCCL fica à rua Sérgio Buarque de Holanda, no Campus da Unicamp.

A ideia-imagem: forma e representação na fotografia moderna traz ao leitor discussões sobre a significação, veracidade e fluidez das imagens da era digital, em especial as da fotografia, consideradas por autores relevantes, como Soulages, Barthes, Sontagm Santaella, Flusser, Benjamin, Aumont e Couchot, entre muitos outros, como provas fidedignas de uma existência e como mediações entre homem e objeto que permitem interpretações variadas, mas unânimes em considerá-las representações do real. Nesta extensa seara de conhecimento, o autor adota uma visão platônica, e assim procura investigar aquilo que se chama de realidade e representação, levantando a questão que hoje se apresenta de forma indelével como uma afronta ao testemunho da veracidade: a manipulação da fotografia. O que antes ocorria por meios químicos, que pressupunham um trabalho artesanal e especializado, hoje está disponível a qualquer um mediante softwares amplamente disseminados. Assim, mais do que nunca é preciso rever a ideia de que a fotografia seja uma fonte fidedigna de existência, mesmo considerando um testemunho histórico. Até que ponto podemos “confiar” na fotografia como documento? Onde estaria a realidade propriamente reconhecível e confiável? Questões como essas levarão não apenas ao suporte fotográfico em si, mas à sua instância anterior – a própria ideia da fotografia, ou a fotografia como uma ideia. Neste estudo também foram analisadas as diferentes maneiras de se utilizar o suporte fotográfico, a fim de elucidar o papel das imagens fotojornalísticas, publicitárias, sociais, históricas, documentais ou mesmo amadoras e turísticas. Antes de ser vista como um fenômeno de comunicação, a intensa proliferação das imagens que o século XX registrou – que adentrou no século XXI com força descomunal -, pode ser vista como um fenômeno psíquico, dada a relação quase patológica que hoje a sociedade moderna constrói com a fotografia.

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Filipe Salles é professor, fotógrafo e cineasta, formado em Cinema pela FAAP, mestre e doutor pela PUC/SP, USJT e Universidade Santa Cecília. Foi coordenador dos cursos de Cinema e Fotografia da FCAD/CEUNSP e atualmente é coordenador de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da FCAD. Editor da revista acadêmica Ágora, também é co-fundador e editor do site Mnemocine (www.mnemocine.com.br), desde 1999. É autor do livro Música Visual, sobre trilha sonora e a música no cinema, e possui vários artigos sobre cinema e fotografia.

Além da carreira docente, desenvolve trabalho pessoal em fotografia preto-e-branco (www.filipesallesphotography.com) e é diretor e diretor de fotografia para cinema. Entre seus trabalhos destacam-se o curta-metragem em Super-8 “A Mulher Morta”, premiado no Festival de Gramado de 1996, e o curta “Fanta Valtson”, filmado em 16mm (2010).

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Exposição “Diferentes & Iguais”, de Crispim A. Campos

Guia2A Coordenadoria de Desenvolvimento Cultural da Unicamp apresenta a exposição “Diferentes & Iguais, do artista plástico Crispim Antonio Campos, com oparte do Projeto Espaço de Arte. Exposição fica aberta para visitas no Centro de Convenções da Unicamp no período de 01º a 26 de agosto, e depoisocupa o saguão da Faculdade de Odontologia de Piracicaba – FOP, de 05 a 27 de setembro.

Crispim é daqueles artistas desinteressados em aprimorar técnicas de pintura. Gosta de explorar sua criatividade com traços soltos e pinceladas rápidas, influência (quem sabe) do Grupo Vanguarda, que ele estudou incansavelmente durante seu mestrado na Faculdade de Educação da Unicamp, que fica evidente em seu trabalho. O figurativismo de Mário Bueno, as paisagens de formas simplificadas de Perina; síntese de cores e formas são suas características principais. Corpos, animais, prédios, montanhas, silêncios  e narrativas.

A liberdade é própria de quem tenta encarar a vida de forma lúdica. A pintura é uma das fugas da compenetrada vida acadêmica – professor, pesquisador notório. A liberdade nos traçados e pinceladas contrastam com as buscas da figura, pois Crispim não consegue se desvencilhar do mundo natural, e neste mundo ele vive seus anseios e retrata os cotidianos. Não prima pela busca temática, seja ela social ou política, mas eleva seus pensamentos para se inspirar num mundo perene.

Sua pesquisa acadêmica influencia em muito seus trabalhos. Os textos e seminários sobre a deficiência o provocam e o estimulam a tentar representar a realidade da vida das pessoas com deficiência, com quem já teve contato, e assim busca provocar o debate sobre o inconsciente existente na deficiência. Se para Freud, “o estranho seria sempre algo que não se sabe como abordar” considerando ainda, que “a estranheza nos é sempre familiar” – Crispim tenta mostrar que o estranho está dentro de cada um de nós, e que a perfeição é pura artificialidade.

Crispim Antonio Campos é autodidata e pinta desde 1992, quando estudava o Grupo Vanguarda, importante movimento artístico de Campinas, em seu mestrado na Unicamp. Atualmente divide seu tempo entre a pintura, a poesia e a vida docente na Universidade Federal de Goiás (UFG). Desenvolve também pesquisas e trabalhos temáticos nas áreas ligadas à inclusão, modelo social da deficiência, artes e pintura. Dentre as exposições, destacam-se a individuais “Diferenças in Diferenças”, realizada em Catalão – GO em 2015; “Gênero, Imagem e Arte”, no Museu Casa do Lago da Unicamp 2013; e “Imagens da Deficiência”, realizada na Biblioteca da Universidade de Brasilia UnB em Brasilia em 2013 e “Imagens do Cerrado” em Catalão GO -2016.

Possui obras no acervo do Department of Sociology and Social Policy- University of Leeds – na Inglaterra, Galeria Bond-Art em Mesenzana Mortiglienco- Vercelli na Italia , na Universidade de Brasilia-(UnB), na Universidade Federal de Goiás (UFG) e no Acervo do  Museu de Arte Contemporânea de Campinas – MACC.

Exposição: “Diferentes & Iguais”
Artista: Crispim Antônio Campos
Local: Centro de Consvenções da Unicamp – Av. Érico Veríssimo, 800, Campinas/SP
Visitação: 01º a 26 de agosto de 2016, de segunda a sexta-feira, das 09h às 17h
Local: Faculdade de Odontologia de Piracicaba – FOP – Av. Limeira, 901, Piracicaba/SP
Visitação: 05 a 27 de setembro de 2016, de segunda a sexta-feira, das 08h às 19h

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Exposição “A Beleza e a Dor: uma experiência na Nigéria”

A Coordenadoria de Desenvolvimento Cultural (CDC) da Unicamp e a Cajueiro Produções apresentam a exposição “A Beleza e a Dor: uma experiência na Nigéria”, do fotógrafo Tomás Cajueiro, na Estação Cultura.

A exposição fará parte do Projeto Espaço de Arte, de coordenação da CDC, que tem como objetivo propor exposições de artes visuais em um movimento contrário ao realizado pelas galerias, levando as mostras para os locais já ocupados pelo público. “A Beleza e a Dor” ganhará assim uma montagem na Estação Cultura, importante espaço cultural da cidade, em recente parceria com a Secretaria de Cultura de Campinas.

‘A Beleza e a Dor: uma experiência na Nigéria’ nasceu há 5 anos, como parte da experiência de 7 meses que Cajueiro teve em Lagos, Nigéria, onde atuou como educador do Heart’s of Gold Childrens Hospice, único orfanato para crianças portadoras de necessidades especiais da cidade. O projeto reúne 25 fotografias de pessoas e lugares que permeiam as paisagens das ruas da maior cidade da África, buscando desmistificar nossos preconceitos sobre a realidade daquele continente.

Inaugurado em 2011 com uma grande exposição e um ciclo de 8 palestras nas escolas da rede municipal de Valinhos, o projeto nunca mais ficou parado. As exposições do Projeto Espaço de Arte abrem o ciclo 2016 do projeto, que conta com uma série de fotos inéditas e outras tantas novidades.

Sete Lagoano (MG) de nascimento, Tomás Cajueiro desde muito cedo se acostumou a longas viagens, e ao longo delas se deparou com culturas muito diferentes. Neste processo, evidenciou a necessidade de aprender com a pluralidade cultural. Graduou-se bacharel em Ciências da Comunicação pela Universidade para Estrangeiros de Perugia (Itália) e mestre em Ciências Políticas pela Universidade de Manchester (Inglaterra). Atualmente cursa um MBA em Bens Culturais na Fundação Getúlio Vargas de São Paulo e se dedica a execução de projetos culturais com forte ênfase em culturas locais e a valorização da cultural tradicional. Juntos, os projetos buscam contribuir para a discussão ao redor da identidade do povo brasileiro.

Exposição: “A Beleza e a Dor: uma experiência na Nigéria”
Artista: Tomás Cajueiro
Local: Estação Cultura (Rua Francisco Teodoro, 1050, Campinas/SP)
Visitação: 18 de julho a 12 de agosto de 20161979547_821739267842050_782045431_n

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Exposição “Retratos Brasileiros”

post_ad_pauliniapira - sem apoioO que é o Brasileiro ?

Impulsionados por essa dúvida te convidamos a embarcar em uma viagem através de olhares, sorrisos e histórias de um povo ainda pouco conhecido. Um povo que talvez ainda pouco se conheça.  O povo brasileiro. Uma viagem que busca apresentar através das fotografias de pessoas uma população brasileira   sem estereótipos, livre de preconceitos e julgamentos. Um Brasil representado por rostos e depoimentos de poucas palavras que resumem histórias e alegrias que não temos tempo ouvir no nosso corrido cotidiano.

O projeto consiste em uma série de retratos fotográficos feitos em manifestações, eventos e situações corriqueiras pelas ruas do Brasil. Em alguns casos as pessoas fotografadas ganham uma cópia da foto impressa e compartilham um pequeno relato sobre o momento fotografado. Assim, juntos, fotografias e relatos entram a fazer parte do projeto e ficam publicados no nosso site apresentando a quem queira um pedaço do Brasil.

A exposição estará aberta para visitação nos períodos de 06 a 30 de junho no Centro de Convenções da Unicamp e no Centro de Saúde da Comunidade (Cecom), e de 01 a 26 de agosto na Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) e no Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas. Veja ao final deste texto as endereços e horários de visitação.

Acesse o site www.retratosbrasileiros.com e veja todas as fotos deste projeto.

O idealizador:

Sete Lagoano (MG) de nascimento, Tomás Cajueiro desde muito cedo se acostumou a longas viagens. Foi ao longo dessas viagens  que se deparou com culturas muito diferentes e se fascinou as possibilidade de aprendizado que podemos ter ao nos confrontarmos com  aquilo que é diverso.  Mestre em Ciências Política pela Universidade de Manchester e fotógrafo com vasta experiência internacional, Cajueiro viveu em países com Itália, Turquia, Nigéria , Inglaterra entre outros idealizou o Retratos Brasileiro junto a Carlos Rincon para dar uma pequena contribuição ao processo de formação de uma identidade nacional livre de preconceitos e estereótipos.

O caminho de Cajueiro até a fotografia foi um pouco tortuoso. Estudou jornalismo com uma ênfase muito forte em questões relacionadas a aspectos teóricos sobre a formação de identidades e a relação entre o jornalismo e a formação de opinião pública. Buscando respostas para a pergunta ‘O que é o povo brasileiro?’ Cajueiro acabou se interessando pelos processos históricos que criam a percepção que um povo tem de si mesmo. Isso foi em Perugia, na Itália, entre os anos de 2007 e 2010. Foram anos de estudo sobre questões de linguísticas e semiótica que impactaram profundamente relação do fotógrafo com a fotografia. Ao terminar a graduação transferiu-se para  Lagos, Nigéria, com o objetivo de trabalhar como voluntário em uma instituição não governamental.

Foi na África que as coisas começaram a mudar e a fotografia de Cajueiro começou a ganhar mais corpo e maturidade. Em Lagos teve a oportunidade de viver – e fotografar – a vida quotidiana da maior metrópole Africana. Conhecer as pessoas e fazer parte da rotina da cidade permitiu o fotógrafo produzir um registro fotográfico único das belezas que se escondem por trás da imagem negativa que normalmente se tem sobre a África. Desse período na Nigéria nasceu ‘A Beleza e Dor’, uma exposição itinerante de 35 fotografias  de pessoas e cidades do país africano que desde 2012 apresenta aos brasileiros um pouco das belezas do povo nigeriano.

Desde então se envolveu em diferentes projetos de fotografia autoral e busca no Retratos Brasileiros “apresentar o brasileiro ao próprio brasileiro para que no processo de autoconhecimento possamos nos tornar uma povo mais forte e unido.”

Os outros fotógrafos:

Erica D. Dezonne

Nascida em Campinas, interior de São Paulo, Érica vem de uma mistura de famílias onde parte tem sangue artístico, e outra representada por mulheres revolucionárias e a frente dos tempos. A paixão por fotografia foi surgindo de acordo com que era escalada, desde criança, a ser fotógrafa das viagens que fazia com seu pai: “para a loucura dele, sempre tinha que revelar rolos e rolos de filmes”.

Mas foi após sua graduação em Jornalismo que descobriu sua verdadeira paixão pelo Fotojornalismo, quando Erica D. Dezonne teve a oportunidade de vivenciar por alguns meses a rotina de fotojornalistas do Grupo RAC, principal veículo de comunicação de Campinas e região Metropolitana. Registrar diferentes episódios da vida cotidiana das pessoas, saber das dificuldades que enfrentam, fazer o bem em retratá-los para que possam protestar de alguma forma e que possam ser ouvidos como cidadãos através do meio de comunicação, se tornou parte da realização profissional através do fotojornalismo para Erica D. Dezonne. Sua passagem pelo Grupo RAC foi de quatro ano no quais chegou a ser finalista de diversos prêmios nacionais, incluindo os prêmios Esso e Embratel em 2011, com a foto “A luta de uma mãe contra o vicio”. Com a saida do periódico campineiro, teve passagem pelos jornais Diário de S. Paulo e O Estado de S. Paulo.

Atualmente mora e estuda fotografia em Londres, Reino Unido e busca no Retratos Brasileiros ‘retratar o brilho nos olhos e a esperança que motiva cada brasileiro a buscar uma vida nova fora do país’.

Sara Prevedel

Nascida em Valinhos – SP, Sara Prevedel é estudante de Design na Universidade Federal De Santa Catarina. Sempre amou a fotografia e já desde os 14 anos se aventurava com uma câmera. Assim que surgiu a oportunidade de participar ao Retratos Brasileiros não pensou duas vezes antes te topar. Viu no projeto a  oportunidade de juntas duas grandes paixões: as pessoas, principalmente as mais excêntricas e um pouco for a que definimos ‘normal’e a fotografia.

Busca a oportunidade de conhecer pessoas que não fariam parte do seu cotidiano não dosse pelo projeto. Claro que não só conehcermas trazer aos seguidores um pouco dessas pessoas.

Thamyris Salgueiro

Thamyris Salgueiro é natural de Manaus e bacharel em fotografia pelo Senac-SP (2005-2008). Na faculdade teve contato com processos de revelação e ampliação em cor e preto e branco. Também foi na faculdade que teve o primeiro contato com as técnicas de fotografia de estúdio tanto para retratos como para produtos. Nesse período desenvolveu trabalhos foto documentais sobre os mais diversos temas: terceira idade, fé, São Paulo, feiras, cena eletrônica, dentre outros. Terminando por produzir seu trabalho de conclusão de curso com uma série também foto documental sobre matadouros.

Em 2009 mudou para Valinhos e abriu um home estúdio, voltado para eventos e books. Nesse mesmo ano, começou a escrever, juntamente com seu pai, um blog fotográfico: 2Salgueiros. Desde 2011 está a frente do Container da Imagem, onde atua nas áreas de fotografia institucional, publicitária e retratos em estúdio. É diretora de fotografia do Fotoclube Valinhos. Está super motivada em integrar o Retratos Brasileiros e poder colaborar com imagens que tragam questionamentos sobre os mais diversos aspectos da população brasileira. Representante do Retratos em diferentes partes da região sudeste.

 

A exposição fica aberta para visitação nos seguintes locais e datas:

Do dia 10/06 até 30/06 no Centro de Convenções da Unicamp – Av. Érico Veríssimo, 800, Campinas/ SP – visitação de segunda a sexta-feira, das 09h às 17h.

Do dia 10/06 até 30/06 no Centro de Saúde da Comunidade (Cecom) – Rua Vital Brasil, 150, Campinas/ SP – visitação de segunda a sexta-feira, das 08h às 18h.

Do dia 08/07 até 27/07 no Café da Casa – Casa do professor Visitante (CPV) – Av. Érico Veríssimo, 1251, Campinas/ SP – visitação de segunda a sexta-feira, das 09h às 17h.

Do dia 01/08 até 26/08 na Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) – Av. Limeira, 901, Piracicaba/ SP – visitação de segunda a sexta-feira, das 08h às 19h.

Do dia 01/08 até 26/08 no Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA) – Av. Alexandre Cazellato, 999, Paulínia/ SP – cisitação de segunda a sexta-feira, das 09h às 17h.

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Exposição “Cidade Imaginária”, de Celso Palermo

Convite Celso_Guia“Cidade Imaginária” induz a reflexão sobre a complexidade inerente da cidade e da sociedade contemporâneas. O ensaio fotográfico levanta questões em pauta hoje nas ruas e nas redes sociais. É uma espécie de declaração, de posicionamento em relação a essas questões: o preconceito, a violência contra as mulheres, o trânsito, a especulação imobiliária, a degradação do planeta, a poluição entre outros.

As imagens refletem a relação entre o indivíduo e o espaço urbano a partir de montagens fotográficas utilizando várias imagens capturadas ao logo dos anos de 2010 a 2013. São imagens que mostram a ocupação do espaço urbano e seus personagens interagindo com ele em momentos diferentes, cada uma tratando de um tema.

A princípio, a sobreposição de imagens induz a diferentes interpretações referentes ao caos. “Eu mesmo, no início, trabalhava com essa sensação, mas durante o processo percebi que há lógica no caos e o caos antecede a solução, se é que podemos nos referir dessa forma à necessidade de chagarmos a algo que nos faça caminhar rumo à tolerância, ao respeito, à preservação, ao fim do preconceito, enfim, a uma vivência mais harmoniosa entre os homens, o espaço urbano e o meio ambiente”, conta Palermo.

A sobreposição de imagens denota o processo de construção da imagem digital. Esse processo já esteve presente em outros ensaios de Celso Palermo, tanto no método analógico como no digital. É um elemento da sua linguagem que não configura um registro, mas sim uma construção de uma ideia. Além das sobreposições, usa também montagens, dupla exposição, iluminação com lanterna, dentre outras técnicas que desconstroem o processo fotográfico e escacaram outras possibilidades para a fotografia.

Celso Palermo é especialista em Artes Visuais formado pela Unicamp, jornalista e fotógrafo. Desde 1986 constrói seu percurso como fotógrafo autoral. Teve seu trabalho reconhecido através de prêmios e convites para importantes exposições. É professor em escolas de arte e cursos de fotografia livres e especializados. Já atuou como diretor de vídeo, diretor de fotografia, diretor de TV e editor.

Exposição: “Cidade Imaginária”
Artista: Celso Palermo
Locais: Centro de Saúde da Comunidade – Cecom (Av. Vital Brasil, 150) e Café da Casa/ Casa do Professor Visitante – CPV (Av. Érico Veríssimo, 1251
Visitação: 09 a 30 de maio de 2016

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