Arquivos | março, 2014

Música ao Vivo na abertura do Projeto Conexão Cultural

Os músicos Andréia Preta e Edinho Tio Beiço apresentam clássicos dançantes do repertório Samba e Forró, na Praça Central do Ciclo Básico, na próxima quarta-feira, às 17 horas. A festa musical marca a abertura do Projeto Conexão Cultural Unicamp, que visa promover vivência e integração da comunidade universitária nos diversos espaços abertos do Campus, por meio de uma programação mensal com atividades artísticas, esportivas e recreativas.

O Conexão Cultural, que integra o eixo “convívio” do Programa Campus Tranquilo, complementa a sua agenda com apresentações e práticas de dança, ginástica, teatro, artes circenses e marciais, entre outras atividades, programação elaborada para movimentar, mensalmente,  diversos espaços da Universidade com a organização da Coordenadoria de Desenvolvimento Cultural (CDC).

Serviço
Evento: Projeto Conexão Cultural Unicamp
Dia: 19 de março
Horário: 17 horas
Local: Praça Central do Ciclo Básico
Organizador: Coordenadoria de Desenvolvimento Cultural
Informações: 19-3521-1738

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CIS-Guanabara recebe exposição da artista plática Natália Martins

No dia 11 de Março a artista plástica Natália Martins inaugura sua exposição “Capitu”, no Centro Cultural de Inclusão e Integração Social – CIS Guanabara.

Natália Martins, residente em Hortolândia, é ex-aluna do curso de bacharelado e licenciatura em artes visuais do Instituto de Artes da Unicamp e, apesar do pouco tempo de estrada, já mostra uma maturidade diferenciada no trato com as telas e máquinas fotográficas.

O tema da exposição é a célebre personagem que dá nome à exposição, que integra o rol de personagens do livro Dom Casmurro, de Machado de Assis, livro que traz como personagens principais Bentinho e a própria Capitu. A trama central da narrativa está na dúvida se Capitu teria mesmo traído Bentinho, narrativa esta que encontra-se permeada por especulações. As descrições que são feitas de Capitu por Bentinho e até outros personagens põe em evidencia a figura feminina, seus encantamentos propositais ou não, indiferente da faixa etária e suas inquietações.

Uma das passagens mais conhecidas e marcantes no livro é quando Bentinho descreve os olhos de Capitu:

“Tinha-me lembrado a definição que José Dias dera deles, “olhos de cigana oblíqua e dissimulada.” Eu não sabia o que era obliqua, mas dissimulada sabia, e queria ver se podiam chamar assim. Capitu deixou-se fitar e examinar. Só me perguntava o que era, se nunca os vira, eu nada achei extraordinário; a cor e a doçura eram minhas conhecidas. A demora da contemplação creio que lhe deu outra ideia do meu intento; imaginou que era um pretexto para mirá-los mais de perto, com os meus olhos longos, constantes, enfiados neles, e a isto atribuo que entrassem a ficar crescidos, crescidos e sombrios, com tal expressão que… Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá ideia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros, mas
tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me. Quantos minutos gastamos naquele jogo? Só os relógios do céu terão marcado esse tempo infinito e breve.”

Há de se pensar aqui que os olhares trazem a essência do ser humano e representam um elemento que continua o mesmo, independente da faixa etária. Essa característica da personagem Capitu é essencial para o trabalho em questão, em que foram fotografadas seis mulheres, entre elas duas crianças; seus olhares e expressões.

Serviço
Evento: Exposição “Capitu”
Curadoria: Fabio Cerqueira
Data: De 11 de Março a 28 de Março de 2014
Horário: das 9 às 17 horas, de segunda a sexta-feira
Local: Estação Guanabara (Sala 2)
Realização: Coordenadoria de Desenvolvimento Cultural (CDC), Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (Preac), CIS-Guanabara e Unicamp
Mais informações: 19-3233-7801 (CIS-Guanabara) e 3521-1732 (CDC)

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Extecamp recebe obras do acervo da CDC

A exposição “Sintese” reúne obras do acervo da Coordenadoria de Desenvolvimento Cultural (CDC) daUnicamp, que é responsável pelo projeto Espaço de Arte, que leva exposições de artes visuais a diversos espaços dos campi da Universidade. Muitos dos artistas que já participarão do projeto acabam deixando obras doações, o que possibilita a montagem do acervo, que hoje conta com mais de 20 peças.

De todas as peças do acervo, 5 foram selecionadas para essa exposição, que acorre no Espaço de Arte mantado na recepção da Escola de extensão da Unicamp (Extecamp). Tratace de obras dos artistas Verra Ferro, João Bosco, Valéria Menezes, Vera Bonnemasou e Maria Lucia Panizza. As obras ficarão expostas de 06 a 28 de Março, com visitação de segunda a sexta, das 09h as 17h. Atualmente, o acervo da CDC está passando por um processo de oficialização das doação das obras. Existe a intenção de se montar um projeto museográfico para a conservação e divulgação das obras.

erviço: Exposição de Arte “síntese”
Artista: Verra Ferro, João Bosco, Valéria Menezes, Vera Bonnemasou e Maria Lucia Panizza
Local:  Espaço de Arte da Extecamp – Av. Roxo Moreira, 1831, Prédio da Reitoria, Campus Unicamp/SP
Data: De 06 de Março a 28 de março de 2014
Horário de visitação: Segunda à Sexta-feira, das 9h00 às 17h00
Informações: 19-3521-4652 (Extecamp), 19-3521-1732 (CDC)

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ComplexArts em exposição no CECOM

ComplexArts è uma coleção de trabalhos artísticos que tem como objetivo divulgar a campo de pesquisa das Redes Complexas, uma sub-área recente da Física Computacional. O termo Redes Complexas foi forjado a partir da Teoria dos Grafos e tem uma base matemática. No entanto, este nome costuma ser mal interpretado e passa a ideia de algo complicado, inacessível excessivamente abstrato, o que absolutamente não corresponde á realidade. A coleção ComplexArts foi pensada para desmistificar essa interpretação negativa e trazer ao público a beleza matemática e artística das redes. Com efeito,foi concebido para ser visualmente atrativo, induzindo a aproximação entre o indivíduo e a imagem, tendo essa aproximação como ponto de partida para uma abordagem curiosa, descontraída e descomplicada dos conceitos da área. A interação dos resultados permite ao público aprofundar-se no conhecimento das redes complexas a partir de alguns exemplos simples.  A coleção foi elaborada na forma de painéis impressos sobre lona para que possa ser uma exposição itinerante

ComplexArts ficará exposta no Espaço de Arte do Cecom, nas salas de espera do centro médico e da Odontologia, de 13 a 28 de Março. A visitação ocorre de segunda a sexta das 09h as 17h.

Prof. Dr. Andre F. de Angelis: Doutor (2003) e pós-doutor (2005) em Física pela Universidade de São Paulo. Mestre em Ciência da Computação pela Universidade Federal de São Carlos (1997). Bacharel em Ciências da Computação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1992). Bacharel em Administração de Empresas (1993) e Bacharel em Ciências Contábeis (1991) pela Universidade Metodista de Piracicaba. Atualmente é professor da Faculdade de Tecnologia, na Universidade Estadual de Campinas. Tem experiência na área de Física, atuando na área de Fenômenos e Sistemas Complexos. Professor-orientador no Mestrado em Tecnologia (Unicamp) desde 2009, Área de Concentração Tecnologia e Inovação. É coordenador do Programa PIC Jr / PIBIC-EM na FT. Ministra a disciplina Resolução de Problemas com metodologias ativas de ensino.

Serviço: Exposição de Arte “ComplexArts”
Organizador: Prof. Dr. Andre F. de Angelis
Local: Espaço de Arte do CECOM – Rua Vital Brasil, 150, Campus Unicamp, Campinas/SP
Data: De 13 de Março a 28 de março de 2014
Horário de visitação: Segunda à Sexta-feira, das 9h00 às 17h00
Informações: 19-3521-9002 (Cecom), 19-3521-1732 (CDC)

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Grupo Gravo expõe no CIS-Guanabara

As obras expostas foram produzidas por três artistas integrantes do GRUPO GRAVO: Cecília Pupo, Ermê Pereira e Laura Bassul. Oriundas de extratos profissionais e experiências artísticas diferentes – o que pode justificar as escolhas temáticas e técnicas de cada uma – essas artistas se encontraram no ambiente do Laboratório e a diversidade de interesses só tem enriquecido a produção artística do Grupo. Criado em 2008 pelos alunos do Curso Livre de Gravura, ministrado no Laboratório de Gravura da Unicamp, sob a orientação do Prof. Danilo Perillo, esse Grupo, ou seus elementos separadamente, têm participado de eventos e exposições dentro e fora da Instituição. Vários foram as técnicas empregadas nos trabalhos dessa mostra, isoladamente ou combinadas, como xilogravura, gravura em metal (água tinta, água forte, ponta seca), linóleogravura, serigrafia, monotipia, monoprint.

Cecília Pupo nasceu em Mogi Guaçu e mora em Campinas. Mestre em linguística pelo Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), da Unicamp, desde a adolescência se dedica ao desenho pedagógico e artístico. Mesmo tendo utilizado técnicas variadas, atualmente se identifica mais com a aquarela e gravura e vem participando de várias exposições individuais e coletivas em várias cidades de São Paulo.

Nascida em Manaus, Laura Basal foi criada no nordeste e Rio de Janeiro, mudou para campinas em 1994. Em Campinas conheci o escultor e pintor Nilton Fontanini com quem aprendi escultura e patina. Este foi o inicio. Depois descobri os cursos do IA na unicamp e lá fiz diversos cursos, entre eles cerâmica (básica, avançada, laboratório, esmaltação e alta temperatura);Mosaico: História da Arte e Restauração. No momento participo do grupo gravo.

Ermê Pereira é uma  artista plástica com atuação em pintura, escultura, instalação. Organização e coordenação de eventos e oficinas de arte. Participa de diversos grupos, entre eles o Grupo Individualidade de Campinas e a Associação dos Artistas Plásticos de Souza. Ermê foi a fundado e a primeira presidenta da Associação dos Artistas Plásticos e Visuais de Indaiatuba.

Evento: Exposição Eu Gravo – Eles Gravaram
Curadoria: Fabio Cerqueira
Data: De 11 de Março a 28 de março de 2014
Horário: das 9 às 17 horas, de segunda a sexta-feira
Local: Estação Guanabara (Sala 1)
Realização: Coordenadoria de Desenvolvimento Cultural (CDC), Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (Preac), CIS-Guanabara e Unicamp
Mais informações: 19-3233-7801 (CIS-Guanabara) e 3521-1732 (CDC)

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Artista Mario Gravem Borges expõe suas obras na AFPU

“Rios ruas casas árvores – uma pintura geneticamente modificada” dá título à mostra de Mário Gravem Borges, que acontece entre os dias 11 e 28 de Março no Espaço de Arte da Agência de Formação de Profissional da Unicamp (AFPU). A exposição recoloca temas históricos da pintura e os explora com semântica atualizada a partir de referências em vários campos do saber. Propõe configurações visuais e recursos plásticos que se valem de noções de escala, reprodutibilidade da imagem e serialização, e incorporam os sinais oriundos de interferência eletrônica. Em “Rios ruas casa árvores”, a pintura é tratada como arte pictórica, planar e bidimensional, ou seja, o quadro na parede que ocupa o espaço da sala. A mostra dá prosseguimento ao trabalho desenvolvido e exposto recentemente por Mário Gravem Borges em espaços como a Coordenadoria de Desenvolvimento Cultural (CDC) Unicamp, Galeria Geraldo Jurgensen e outros.

Sobre o artista
Mário Coelho de Souza Gravem Borges, pintor, nasceu em Campinas, em 1948, e  formou-se  em Design pela ESDI, RJ. Pós-graduado pela Universidade de Londres e com Cursos de Extensão no Chelsea-Westminster Institute em Pintura, Desenho e História da Arte, participa, desde 1978,  em exposições coletivas e individuais  em Londres, Harrow, Leeds, Amsterdã, Liége, Montecarlo e Chicago, além de  cidades brasileiras, como  Rio de Janeiro, Florianópolis, Joinville, Ribeirão Preto, Maceió, Campinas e São Paulo. É um dos sócios-fundadores e cogestor de  fundação cultural brasileira em Londres – Brazilian Contemporary Arts Trust, hoje BCA, e foi um dos  artistas brasileiros a ter mostra individual no Institute of Contemporary Arts, ICA de Londres, Inglaterra, e, em sua carreira, entre artistas vivos, a  ter obra selecionada,  exposta, leiloada, publicada em catálogo e vendida na  Christie’s International de Londres com tema referente à sua cidade de origem. É citado em publicações no Brasil e na América Latina, além de Holanda, Bélgica e Inglaterra; participou da elaboração de programas culturais, além de conselhos, simpósios, congressos e conferências no Brasil e Argentina. Foi eleito por três mandatos consecutivos no Conselho Municipal de Cultura em Campinas como representante da área de Artes Plásticas.

Serviço: Exposição de Arte “Rios Ruas Árvores Casas”
Artista: Mario Gravem Borges
Local: Espaço de Arte da AFPU – Praça das Bandeiras, 45, Campus Unicamp, Barão Geraldo – Campinas/SP
Data: De 11 de Março a 28 de março de 2014
Horário de visitação: Segunda à Sexta-feira, das 9h00 às 17h00 (visita mediante agendamento)
Informações: 19-3521-4507 (AFPU), 19-3521-1732 (CDC)

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