Arquivos | outubro, 2015

Fórum Pensamento Estratégico – PENSES

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FÓRUM PROPÕE REFLEXÃO SOBRE O
RACISMO NA SOCIEDADE BRASILEIRA

 

Durante os dias 29 e 30 de outubro, representantes de movimentos de combate ao racismo, grupos de valorização da cultura afro-brasileira, pesquisadores e políticos estarão reunidos na Unicamp para o Fórum Quando o Preconceito tem Cor – Reflexões sobre o racismo. O evento, que será realizado no Centro de Convenções, vai aprofundar as discussões sobre o preconceito racial no Brasil em áreas como a saúde, a academia, a justiça e o trabalho.

O Fórum será transmitido pela TV Unicamp e é organizado pelo [re]pense (Grupo de Estudos sobre Patologização, Intolerância e Discriminação), do Fórum Pensamento Estratégico (PENSES) da Unicamp, e pelo Despatologiza – Movimento pela Despatologização da Vida. O PENSES é um espaço acadêmico vinculado ao Gabinete do Reitor responsável por promover discussões que contribuam para a formulação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da sociedade em todos seus aspectos.

Em oito conferências e rodas de conversa, especialistas apresentarão panoramas sobre a exclusão dos cidadãos negros na sociedade brasileira, de que maneira o preconceito é reafirmado historicamente no país, como a cultura de resistência trabalha para superar o racismo e quais ações podem ser estimuladas pelas várias esferas de governo e pela sociedade civil organizada para combater todas as formas de intolerância racial.

Entre os conferencistas estão a deputada estadual, cantora e compositora Leci Brandão; o médico e professor Emerson Elias Merhy, da Universidade Federal do Rio de Janeiro; a professora e mestra de capoeira Rosangela “Janja” Araujo, da Universidade Federal da Bahia; o antropólogo e professor José Jorge de Carvalho, da Universidade de Brasília; a socióloga Roseli de Oliveira; consultora do Instituto Brasileiro da Diversidade; e a dirigente espiritual Cristiane Gargantini, do Núcleo Caminhos da Vida.

O Fórum Quando o Preconceito tem Cor – Reflexões sobre o racismo também contará com apresentações do cantor, violonista e percussionista Renato Braz; do Cortejo dos Orixás com o coletivo Ilú Obá De Min; e com uma roda de capoeira com o mestre Tarzan, de Campinas.

SERVIÇO 
Evento: Fórum Quando o Preconceito tem Cor – Reflexões sobre o racismo
Dias: 29 e 30 de outubro de 2015
Horário: 9h às 17h30
Local: Auditório do Centro de Convenções/Universidade Estadual de Campinas
Endereço: Rua Elis Regina, 139, Cidade Universitária, Campinas (SP)
Mais informações:www.gr.unicamp.br/penses/forum_preconceito_racismo

 

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II Seminário Internacional sobre Infâncias e Pós-colonialismo

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O II Seminário Internacional sobre Infâncias e Pós-colonialismo: Pesquisas em buscas de Pedagogias descolonizadoras, acontece dia 26 de outubro, às 9h30, no Centro de Convenções da Unicamp, com a cerimônia de abertura da segunda edição. A organização é do Grupo Gepedisc – Culturas Infantis. O Seminário continua com suas atividades também no dia 27, no mesmo local.  As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 30 de setembro. Consulte a programação completa no link. Mais detalhes pelo site, telefone 19-3521-5564 ou e-mail pedagogiasdescolonizadoras@gmail.com

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Colóquios Unicamp Ano 50 – de professor para professor

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Os cinquenta anos que completaremos em 05 de outubro de 2016 são significativos para a universidade e a sociedade brasileira. A Universidade Estadual de Campinas, dentre as comemorações, que se estenderão por um ano a partir de outubro de 2015, propõe como um de seus eventos estes COLÓQUIOS UNICAMP ANO 50.

Uma das principais características da UNICAMP tem sido buscar caminhos inovadores para o desenvolvimento de suas atividades-fim. A difusão dos conhecimentos nela gerados por seus docentes e pesquisadores contribui para o cumprimento de seu papel socioeducacional.
Acreditamos ser importante uma reflexão interdisciplinar junto com nossos colegas do Ensino Fundamental e Médio. Nas palestras proferidas por docentes da UNICAMP nestes COLÓQUIOS UNICAMP ANO 50, consideramos fundamental compartilhar a discussão de temas e assuntos contemporâneos relevantes para a educação, as artes, a ciência e a cultura, trocando ideias de forma coloquial.

Universidade e Ensino – Prof. José Tadeu Jorge

É consensual que a educação brasileira deixa a desejar e requer ajustes imediatos, pertinentes e objetivos visando sua qualificação. Para definir as necessidades, é indispensável compreender o funcionamento e as características do nosso sistema educacional, identificando as debilidades e buscando encontrar os aspectos que podem ancorar possíveis soluções. Dada a natureza sistêmica da educação, torna-se necessária a análise de cada etapa e das relações entre elas: educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e técnico e ensino superior, inclusive a pós-graduação. Discutiremos os principais indicadores de cada etapa, suas implicações na qualidade da educação e possíveis ajustes de melhoria qualitativa. A universidade é parte do sistema educacional e pode, pela natureza das suas atividades (produção do conhecimento e contribuição à formulação de políticas públicas), impactar positivamente todas as etapas. Cumprimos esse papel?

Quando: 24 de outubro de 2015
Horário: Sábado – 8h30 às 13h
Local: Centro de Convenções da Unicamp
O que: Colóquio
Inscrições abertas

 

 

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XIX Congresso da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual – SOCINE

 

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Unicamp sedia Congresso Anual da SOCINE

Com o tema “Cinemas em Redes”, a Unicamp, por meio do Instituto de Artes (IA), sedia, de 20 a 23 de outubro, no Centro de Convenções da UNICAMP, a 19ª edição do Congresso Anual da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (SOCINE), a maior sociedade acadêmica de estudos de cinema e do audiovisual da América do Sul. No evento serão apresentados trabalhos de professores e pesquisadores, mestrandos e doutorandos, além de palestras e mostras de filmes. Mais detalhes no link www.iar.unicamp.br/socine ou e-mail gilsobrinho@iar.unicamp.br 

O tema do encontro é “Cinemas em Redes”, expressão que se refere a um conjunto de mudanças significativas no âmbito da imagem em movimento. Nelas, as tecnologias e os ecossistemas digitais são parâmetros de transformações e, ao mesmo tempo, sinalizadores de uma fronteira histórica que coloca uma baliza no tempo: o passado analógico, o presente e o futuro digitais. Nesse contexto, velocidade, mobilidade e virtualidade são vetores da ordem do tempo e do espaço das imagens e sons. Arquivos convertidos em bancos de dados permitem novos arranjos para a preservação, disponibilidade e navegação em relação à história do audiovisual. O advento das imagens digitais e computadorizadas reestabelecem uma nova tensão entre o real e o virtual. O descentramento e a disponibilidade dos dispositivos permitem o questionamento sobre os agenciamentos e o poder das imagens. As transformações na distribuição afetam diretamente os cenários independentes e industriais da produção. Portanto, a imaginação, a formulação, o financiamento, a produção, a promoção, a venda, o consumo, a interpretação e o prazer são mobilizados diante das inovações promovidas pelas “redes” e “nuvens” onde se fabricam e circulam os produtos audiovisuais. Seriam os vocabulários artísticos inerentes ao cinema, à televisão e ao vídeo profundamente abalados por tais mudanças tecnológicas, econômicas e culturais? Como os mercados, nas lógicas da geopolítica e do capital transnacional, se (re)definem? E que estratégicas políticas de subjetivação seriam ativadas nesses processos? Eis alguns tópicos que instigam o presente tema.

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Fórum Pensamento Estratégico – PENSES

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FÓRUM LAICIDADE E INTOLERÂNCIA

– 19 de outubro de 2015 – Centro de Convenções Unicamp –

Frente a este cenário religioso cada vez mais plural, acentuaram-se também as tensões e os atritos sociais decorrentes das diferenças nas visões de sociedade, nos valores pessoais, nos comportamentos morais e nos estilos de vida. Por conseguinte, tudo isto tem demandado, simultaneamente, regulação e/ou desregulação estatal das religiões. Apesar de todas se declararem a favor do estado laico, cada uma tem compreensão diferente do que seja a laicidade. Por exemplo, a Igreja Católica trabalha para manter sua influência, pouco visível, sobre o Estado; muitos evangélicos dizem que o Estado deve garantir a liberdade religiosa e o direito deles professarem suas crenças, o que por vezes pode resultar em atos intolerância; e as religiões afro-brasileiras, por sua vez, demandam proteção do Estado contra práticas consideradas fundamentalistas.

Isto posto, duas perguntas centrais orientam este seminário: a) Como pensar a um Estado laico frente ao crescente do pluralismo religioso da sociedade brasileira? b) Como compreender a (in)tolerância religiosa frente às diferenças de credo, de moralidade e de comportamento de uma sociedade que se diversifica? Para responder a estas questões, o fórum está dividido em três mesas. As duas primeiras são compostas por estudiosos do campo religioso brasileiro. A terceira é formada por atores políticos que têm parte de sua agenda política em interface com o tema da religião.

Mesa 1: Estado laico e sociedade religiosa
A laicidade é uma construção política e cultural e as experiências históricas-nacionais são variadas. Não há propriamente uma forma definitiva. No Brasil, as religiões estão presentes no aparelho estatal como braço assistencial; gozam de isenção de tributos, seus membros ocupam cargos eletivos dos poderes Executivo e Legislativo; atuam como grupo de interesse econômico-religioso ou em torno de uma pauta moralizadora das condutas; entre outra possibilidades. Frente a este quadro, o debate público tem demandado parâmetros para definir o lugar das religiões na institucionalidade pública brasileira. Isto posto, a Mesa 1 pretende, por um lado, refletir sobre o estado atual da laicidade no Brasil e, por outro, as barreiras e os limites culturais e políticos de sua construção.

Mesa 2: Entre liberdade e intolerância religiosas
Nas últimas décadas o campo das religiões tornou-se mais concorrencial e beligerante, podendo por vezes exceder o nível de tensão socialmente aceitável e culminar em intolerância. Na atualidade, dois segmentos têm sido os principais alvos destas tensões: as religiões de matriz afro-brasileira e o segmento LGBT. Crenças e moralidades são os principais campos de disputa que mobilizam alguns religiosos acusados de fundamentalistas. A Mesa 1 tem por objetivo refletir sobre as situações de intolerância religiosa atuais e como a sociedade, de modo geral, e o Estado, especificamente, tem equacionado liberdade e tolerância religiosas em um contexto de diversidade sociocultural?

Mesa 3: Laicidade e intolerância
A Mesa 3 tem por objetivos compreender como agentes políticos entendem o que deva ser um estado laico; como qualificam a laicidade do Estado brasileiro hoje; quais são os embates políticos em torno de temas sensíveis à laicidade (gênero, aborto, família, adoção etc); e como equacionar as tensões decorrentes da pluralidade religiosa em uma sociedade que se diversifica de maneira mais ampla.

  • Informações

Telefone: 55 19 3521-4171

e-mail: penses@reitoria.unicamp.br

Programação

19 de Outubro de 2015
8h30 – 9h00 Credenciamento
9h00 – 9h30 Mesa de Abertura

  • Paulo Cesar Montagner – Chefe de Gabinete – Reitoria – UNICAMP
  • Julio Cesar Hadler Neto – Coordenador do PENSES
  • Ronaldo de Almeida – IFCH/LAR – UNICAMP
  • Antonio Carlos de Souza Lima – Presidente ABA
9h30 – 11h00 Mesa 1: Estado laico e sociedade religiosa

  • Emerson Giumbelli – Departamento de Antropologia – UFRGS
  • Magali Cunha – Programa de Pós-graduação em Comunicaçào da UMESP e colaboradora do Conselho Mundial de Igrejas
  • Ronaldo de Almeida – Departamento de Antropologia da Unicamp
  • Coordenação da mesa: Rui Luís Rodrigues – História – IFCH/Unicamp
11h00- 11h15 Café
11h15 – 12h45 Mesa 2: Entre liberdade e intolerância religiosas

  • Vagner Gonçalves – Departamento de Antropologia da USP
  • Christina Vital da Cunha – Departamento de Ciências Sociais – UFF
  • Peter Fry – Instituto de Filosofia e Ciências Sociais – UFRJ
  • Coordenação da mesa: Isadora França – Antropologia – IFCH/Unicamp
12h45 – 14h30 Almoço
14h30 – 16h30 Mesa 3: Laicidade e intolerância

  • Roberto Lorea – Juiz de Direito no Rio Grande do Sul e antropólogo
  • Jean Wyllys – Deputado Federal – PSOL/RJ
  • João Capiberibe – Senador da República – PSB/AP
  • Debatedora: Regina Novaes – Instituto de Filosofia e Ciências Sociais – UFRJ
  • Coordenação da mesa: Alvaro Bianchi – Ciência Política – IFCH/Unicamp

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Título de Professor Emérito

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CARLOS VOGT RECEBERÁ
TÍTULO DE PROFESSOR EMÉRITO

– A Unicamp, por decisão do Conselho Universitário, concede o título de Professor Emérito a Carlos Alberto Vogt, reitor da instituição no período de 1990 e 1994. A cerimônia será realizada no dia 16 de outubro, às 10 horas, no Centro de Convenções da Unicamp, como parte das comemorações do Unicamp Ano 50. Professor do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Unicamp, Vogt recebeu o titulo de mestre em linguística na Universidade de Besançon, na França. Doutorou-se em Ciências no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, onde, desde então, segue carreira acadêmica. Leia mais.

(Foto: Leonor Calasans)

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